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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
A inauguração da fábrica de chips
Por Roberto São Paulo/SP-2010
Fábrica do Ceitec gera empregos diretos e indiretos
04/02/2010 – 19:10, Ministério da Ciência e Tecnologia
A primeira fábrica de chips da América Latina, que será inaugurada amanhã (5), em Porto Alegre (RS), já começa a moviemntar o mercado de microeletrônica. Segundo o presidente do Centro de Excelência em Tecnologia Avançada (Ceitec/MCT), Eduardo Weichselbaumer, a mão-de-obra da fábrica é qualificada e vai gerar empregos indiretos de importância na cadeia produtiva de chips.
A unidade é um investimento de mais de R$ 400 milhões do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para o desenvolvimento da indústria de semicondutores no Brasil. Por causa da produção do Ceitec, uma outra fábrica terá que ser instalada para atender à demanda. Uma unidade será construída em São Leopoldo, cidade próxima à capital Gaúcha, para ecapsular os chips. “A fábrica do Ceitec será uma fornecedora de produtos de ponta e geradora de empregos diretos e indiretos. Estamos ajudando no avanço do País”, disse Weichselbaumer.
A fábrica tem uma sala limpa classe 100, considerada 10 mil vezes mais limpa que uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A exigência é para garantir que os chips sejam gravados nos wafers de silício. Para garantir esse nível de limpeza, a Ceitec utiliza água e ar ultra puros produzidos na empresa.
A Ceitec é a primeira empresa especializada no desenvolvimento e produção de chips da América Latina. É uma estatal, com fins lucrativos, vinculada ao MCT. Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), nos países desenvolvidos, o setor eletrônico responde por 12% do Produto Interno Bruto (PIB). No Brasil, a indústria eletrônica é responsável por apenas 1,7% do PIB.
A fábrica do Ceitec será inaugurada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ministro a Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e pelo presidente do Ceitec, às 15h.
http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/316575.html
Autor: luisnassif - Categoria(s): Tecnologia
Fonte: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/
Fábrica do Ceitec gera empregos diretos e indiretos
04/02/2010 – 19:10, Ministério da Ciência e Tecnologia
A primeira fábrica de chips da América Latina, que será inaugurada amanhã (5), em Porto Alegre (RS), já começa a moviemntar o mercado de microeletrônica. Segundo o presidente do Centro de Excelência em Tecnologia Avançada (Ceitec/MCT), Eduardo Weichselbaumer, a mão-de-obra da fábrica é qualificada e vai gerar empregos indiretos de importância na cadeia produtiva de chips.
A unidade é um investimento de mais de R$ 400 milhões do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para o desenvolvimento da indústria de semicondutores no Brasil. Por causa da produção do Ceitec, uma outra fábrica terá que ser instalada para atender à demanda. Uma unidade será construída em São Leopoldo, cidade próxima à capital Gaúcha, para ecapsular os chips. “A fábrica do Ceitec será uma fornecedora de produtos de ponta e geradora de empregos diretos e indiretos. Estamos ajudando no avanço do País”, disse Weichselbaumer.
A fábrica tem uma sala limpa classe 100, considerada 10 mil vezes mais limpa que uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A exigência é para garantir que os chips sejam gravados nos wafers de silício. Para garantir esse nível de limpeza, a Ceitec utiliza água e ar ultra puros produzidos na empresa.
A Ceitec é a primeira empresa especializada no desenvolvimento e produção de chips da América Latina. É uma estatal, com fins lucrativos, vinculada ao MCT. Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), nos países desenvolvidos, o setor eletrônico responde por 12% do Produto Interno Bruto (PIB). No Brasil, a indústria eletrônica é responsável por apenas 1,7% do PIB.
A fábrica do Ceitec será inaugurada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ministro a Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e pelo presidente do Ceitec, às 15h.
http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/316575.html
Autor: luisnassif - Categoria(s): Tecnologia
Fonte: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
FormSpring.me
FormSpring.me permite perguntas anônimas aos usuários
14 de dezembro de 2009| 19h46| Tweet este Post
Por Ana Freitas
Na internet, as coisas que melhor funcionam geralmente envolvem conceitos simples. É o caso do Formspring.me, que virou febre esta tarde no Twitter. Se trata de uma espécie de rede social em que é possível se cadastrar e então receber perguntas, anônimas ou não, de quem entrar no seu perfil.
A ideia não é inédita. O próprio Orkut tem um software parecido, chamado Caixa da Verdade. Mas a integraçao do Formspring com o Twitter faz com que os perfis viralizem muito mais rapidamente, e então o número de perguntas aumente.
É uma experiência divertida (e que reduz a produtividade) ficar respondendo às perguntas anônimas, mas esteja alerta: muitas são completamente inúteis ou contém conteúdo não exatamente amigável. Mas essas coisas geralmente acompanham o anonimato.
Este é o meu, aproveitem http://www.formspring.me/viniciuscdias
14 de dezembro de 2009| 19h46| Tweet este Post
Por Ana Freitas
Na internet, as coisas que melhor funcionam geralmente envolvem conceitos simples. É o caso do Formspring.me, que virou febre esta tarde no Twitter. Se trata de uma espécie de rede social em que é possível se cadastrar e então receber perguntas, anônimas ou não, de quem entrar no seu perfil.
A ideia não é inédita. O próprio Orkut tem um software parecido, chamado Caixa da Verdade. Mas a integraçao do Formspring com o Twitter faz com que os perfis viralizem muito mais rapidamente, e então o número de perguntas aumente.
É uma experiência divertida (e que reduz a produtividade) ficar respondendo às perguntas anônimas, mas esteja alerta: muitas são completamente inúteis ou contém conteúdo não exatamente amigável. Mas essas coisas geralmente acompanham o anonimato.
Este é o meu, aproveitem http://www.formspring.me/viniciuscdias
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Especialistas em casuísmos
Lula está loucamente em campanha “informal” por Dilma, inaugurando qualquer rascunho de obra e falando bem de si próprio todo dia. E os líderes da oposição, estão fazendo o quê? A mesma coisa
Do blog do Alon:
É divertido assistir ao PSDB reclamar dia sim outro também contra a antecipação da campanha. A diversão fica por conta de um detalhe: no poder, o PT não cometeu casuísmos, não alterou uma vírgula das leis eleitorais para beneficiar-se. Nem precisou. Se o partido situacionista colhe os frutos de um arcabouço deformado e injusto, moldado para favorecer o continuísmo, deve gratidão especial ao PSDB, o verdadeiro pai da criança.
A começar da reeleição. Qual é a história dela entre nós? Depois do impeachment de Fernando Collor, a revisão constitucional acabou em fiasco. Um dos poucos temas aprovados foi reduzir o mandato presidencial de cinco para quatro anos. Quem era o favorito então para ganhar a corrida do ano seguinte? Luiz Inácio Lula da Silva.
Mas vieram o Plano Real e a invencível candidatura de Fernando Henrique Cardoso. Instalados no Planalto, os tucanos trataram de continuar ali mais um quadriênio, com regras curiosas. O ocupante do Executivo pode pleitear um tempo extra na cadeira, sem precisar sair dela. Já quem o desafia é obrigado a desincompatibilizar-se.
O mesmo vale para vereadores, deputados e senadores, que podem lutar por mais um mandato sem renunciar. E têm o privilégio de concorrer com desafiantes que precisam obrigatoriamente estar desligados da máquina estatal. Não é uma beleza? Além disso, no poder os tucanos trataram de reduzir os dias reservados à campanha eleitoral no rádio e na TV.
Quando essas maravilhas foram incorporadas à legislação, o PSDB ocupava a Presidência da República e os governos dos principais estados, incluído o “Triângulo das Bermudas” da política brasileira: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Eis por que simplesmente não dá para levar a sério a choradeira.
O sistema eleitoral apresenta deformações? Sim.
Há esperança de que o próximo governo tome a iniciativa de corrigi-las, para legar ao país uma moldura mais democrática? Esperança remota.
Infelizmente, o aperfeiçoamento institucional não é uma preocupação dos nossos políticos. Talvez porque lhes falte tempo, ocupados que estão em espremer os miolos para encontrar o caminho da perpetuação.
“Casuísmo” é uma palavra nascida nos anos 70 do século passado, quando o regime militar alterou seguidamente as regras eleitorais para tentar evitar a chegada da oposição ao poder.
No fim deu errado, porque o PMDB acabou derrotando o governo, mesmo com todos os truques. Na política, nada resiste à força da maioria. Pode levar um tempo, mas ela acaba prevalecendo.
Qual é o problema atual da oposição brasileira? É exatamente construir uma nova maioria. Ou então, por inércia, as urnas acabarão referendando a maioria que existe, e que sustenta o governo Lula.
Como a oposição não parece ter a mínima ideia de por onde começar a tarefa, recorre ao formalismo. Sim, Lula está loucamente em campanha “informal” por Dilma Rousseff, inaugurando qualquer rascunho de obra e falando bem de si próprio todo dia. E os líderes da oposição, estão fazendo o quê? A mesma coisa.
Apenas, talvez, com menos competência.
Pesquisas
Em nenhum outro país as pesquisas eleitorais consomem o tanto de imprensa que lhes é dedicado no Brasil. Deve haver alguma explicação. Uma, conspiratória, é que enquanto se discutem as pesquisas não se discute o essencial: o que cada candidato quer fazer no governo.
O cenário eleitoral no Brasil é curioso. Para boa parte do eleitorado potencial da oposição (e da base social desta), o ideal a partir de 2011 seria um governo igualzinho ao de Lula, só que sem o PT. Nem é por resistência aos programas sociais, hoje consensuais por convicção ou conveniência. É mais por causa da dúvida sobre os reais compromissos estratégicos do partido com a democracia representativa e a economia de mercado. E não necessariamente nessa ordem.
Daí por que o nome de Henrique Meirelles pode agregar valor eleitoral a Dilma. Ele traria eventualmente também algum desgaste, caso a oposição decidisse colocar em debate o modelo econômico de escravidão financeira, farra cambial e baixo crescimento. Mas quem disse que a oposição está interessada em ir por aí? Ela parece mais empenhada é em vender-se como confiável à turma de sempre.
Do blog do Alon:
É divertido assistir ao PSDB reclamar dia sim outro também contra a antecipação da campanha. A diversão fica por conta de um detalhe: no poder, o PT não cometeu casuísmos, não alterou uma vírgula das leis eleitorais para beneficiar-se. Nem precisou. Se o partido situacionista colhe os frutos de um arcabouço deformado e injusto, moldado para favorecer o continuísmo, deve gratidão especial ao PSDB, o verdadeiro pai da criança.
A começar da reeleição. Qual é a história dela entre nós? Depois do impeachment de Fernando Collor, a revisão constitucional acabou em fiasco. Um dos poucos temas aprovados foi reduzir o mandato presidencial de cinco para quatro anos. Quem era o favorito então para ganhar a corrida do ano seguinte? Luiz Inácio Lula da Silva.
Mas vieram o Plano Real e a invencível candidatura de Fernando Henrique Cardoso. Instalados no Planalto, os tucanos trataram de continuar ali mais um quadriênio, com regras curiosas. O ocupante do Executivo pode pleitear um tempo extra na cadeira, sem precisar sair dela. Já quem o desafia é obrigado a desincompatibilizar-se.
O mesmo vale para vereadores, deputados e senadores, que podem lutar por mais um mandato sem renunciar. E têm o privilégio de concorrer com desafiantes que precisam obrigatoriamente estar desligados da máquina estatal. Não é uma beleza? Além disso, no poder os tucanos trataram de reduzir os dias reservados à campanha eleitoral no rádio e na TV.
Quando essas maravilhas foram incorporadas à legislação, o PSDB ocupava a Presidência da República e os governos dos principais estados, incluído o “Triângulo das Bermudas” da política brasileira: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Eis por que simplesmente não dá para levar a sério a choradeira.
O sistema eleitoral apresenta deformações? Sim.
Há esperança de que o próximo governo tome a iniciativa de corrigi-las, para legar ao país uma moldura mais democrática? Esperança remota.
Infelizmente, o aperfeiçoamento institucional não é uma preocupação dos nossos políticos. Talvez porque lhes falte tempo, ocupados que estão em espremer os miolos para encontrar o caminho da perpetuação.
“Casuísmo” é uma palavra nascida nos anos 70 do século passado, quando o regime militar alterou seguidamente as regras eleitorais para tentar evitar a chegada da oposição ao poder.
No fim deu errado, porque o PMDB acabou derrotando o governo, mesmo com todos os truques. Na política, nada resiste à força da maioria. Pode levar um tempo, mas ela acaba prevalecendo.
Qual é o problema atual da oposição brasileira? É exatamente construir uma nova maioria. Ou então, por inércia, as urnas acabarão referendando a maioria que existe, e que sustenta o governo Lula.
Como a oposição não parece ter a mínima ideia de por onde começar a tarefa, recorre ao formalismo. Sim, Lula está loucamente em campanha “informal” por Dilma Rousseff, inaugurando qualquer rascunho de obra e falando bem de si próprio todo dia. E os líderes da oposição, estão fazendo o quê? A mesma coisa.
Apenas, talvez, com menos competência.
Pesquisas
Em nenhum outro país as pesquisas eleitorais consomem o tanto de imprensa que lhes é dedicado no Brasil. Deve haver alguma explicação. Uma, conspiratória, é que enquanto se discutem as pesquisas não se discute o essencial: o que cada candidato quer fazer no governo.
O cenário eleitoral no Brasil é curioso. Para boa parte do eleitorado potencial da oposição (e da base social desta), o ideal a partir de 2011 seria um governo igualzinho ao de Lula, só que sem o PT. Nem é por resistência aos programas sociais, hoje consensuais por convicção ou conveniência. É mais por causa da dúvida sobre os reais compromissos estratégicos do partido com a democracia representativa e a economia de mercado. E não necessariamente nessa ordem.
Daí por que o nome de Henrique Meirelles pode agregar valor eleitoral a Dilma. Ele traria eventualmente também algum desgaste, caso a oposição decidisse colocar em debate o modelo econômico de escravidão financeira, farra cambial e baixo crescimento. Mas quem disse que a oposição está interessada em ir por aí? Ela parece mais empenhada é em vender-se como confiável à turma de sempre.
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