Por Redação do IDG Now!
Publicada em 08 de março de 2010 às 17h48
Empresa reuniu 13 bancos de dados públicos para oferecer visualização de indicadores como educação, economia e salários, entre outros.
O Google Labs, serviço que reúne as iniciativas online em teste no Google, acaba de abrir o acesso dos internautas a mais uma experiência: o Google Public Data Explorer.
Divulgado nesta segunda-feira (8/3) por meio do blog da empresa, o Public Data Explorer é uma ferramenta de visualização dos dados públicos armazenados pelo Google - mais precisamente, estatísticas fornecidas por órgãos oficiais.
A iniciativa é um complemento a outras que o Google já havia anunciado, como o acesso aos dados de pesquisas do Banco Mundial. Desta vez, o Google selecionou cerca de 80 das pesquisas mais populares sobre dados estatísticos globais, para apresentá-los de diversas formas gráficas.
Garimpo
A lista dos temas escolhidos para garimpo de dados inclui comparação dados escolares, desemprego, população, salários, estatísticas de crime e de saúde, desastres, PIB, pobreza, preço do petróleo, custo de vída e até os nomes próprios mais populares.
"Para nos ajudar a priorizar melhor que dados incluir neste recurso, analisamos de forma anônima os logs de busca para descobrir padrões nos tipos de busca que as pessoas estão fazendo", explicou o estatístico Jürgen Schwärzler, da equipe de Dados Públicos do Google, no blog da empresa.
Por enquanto, os dados são extraídos de 13 bancos de dados, fornecidos por entidades como Banco Mundial, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), o US Census Bureau e o Eurostat, entre outros.
Os gráficos podem ser incluídos em blogs e sites, e o Google avisa que está aberto à participação de provedores adicionais de dados.
http://www.google.com/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&ctype=b&met_x=sp_dyn_le00_in&scale_x=lin&ind_x=false&met_y=sp_dyn_tfrt_in&scale_y=lin&ind_y=false&met_s=sp_pop_totl&scale_s=lin&ind_s=false&dimp_c=country:region&ifdim=country&hl=en_US&dl=en_US#ctype=b&met_x=sp_dyn_le00_in&scale_x=lin&ind_x=false&met_y=sp_dyn_tfrt_in&scale_y=lin&ind_y=false&dimp_c=country:region&met_s=nv_ind_totl_zs&idim=country:BRA&ifdim=country&hl=en_US&dl=en_US
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terça-feira, 9 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Mais um palacio Mineiro
O valor apresentado, R$ 1,2 Bi na verdade já foi ultrapassado, fechou em R$ 1,6, o mais estranho é que ninguem na midia comentou o fato deste valor absurdo
sábado, 6 de março de 2010
Chavez é fichinha perto deste
sábado, 6 de março de 2010
Presidente do Egito passa bem, diz Estadão
E daí? Daí que o moço está no cargo desde 1.981 e antes, desde 1.975, era vice-presidente. Ele foi reeleito em 1987, 1993, 1995 e 1999 com votações oscilando entre 99 e 110% dos votos.
Quando é que vão promovê-lo a ditador?
Por falar no assunto, o Egito teve 3 (três) "presidentes" de 1.954 até hoje. Só saem do cargo mortos.
Presidente do Egito passa bem, diz Estadão
E daí? Daí que o moço está no cargo desde 1.981 e antes, desde 1.975, era vice-presidente. Ele foi reeleito em 1987, 1993, 1995 e 1999 com votações oscilando entre 99 e 110% dos votos.
Quando é que vão promovê-lo a ditador?
Por falar no assunto, o Egito teve 3 (três) "presidentes" de 1.954 até hoje. Só saem do cargo mortos.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Emir Sader: A miséria moral de ex-esquerdistas

Saiu naAgência Carta Maior
Alguns sentem satisfação quando alguém que foi de esquerda salta o muro, muda de campo e se torna de direita – como se dissessem: “Eu sabia, você nunca me enganou”, etc., etc. Outros sentem tristeza, pelo triste espetáculo de quem joga fora, com os valores, sua própria dignidade – em troca de um emprego, de um reconhecimento, de um espaçozinho na televisão.
O certo é que nos acostumamos a que grande parte dos direitistas de hoje tenham sido de esquerda ontem. O caminho inverso é muito menos comum. A direita sabe recompensar os que aderem a seus ideais – e salários. A adesão à esquerda costuma ser pelo convencimento dos seus ideais.
O ex-esquerdista ataca com especial fúria a esquerda, como quem ataca a si mesmo, a seu próprio passado. Não apenas renega as idéias que nortearam – às vezes o melhor período da sua vida -, mas precisa mostrar, o tempo todo, à direita e a todos os seus poderes, que odeia de tal maneira a esquerda, que já nunca mais recairá naquele “veneno” que o tinha viciado. Que agora podem contar com ele, na primeira fila, para combater o que ele foi, com um empenho de quem “conheceu o monstro por dentro”, sabe seu efeito corrosivo e se mostra combatente extremista contra a esquerda.
Não discute as idéias que teve ou as que outros têm. Não basta. Senão seria tratar interpretações possíveis, às quais aderiu e já não adere. Não. Precisa chamar a atenção dos incautos sobre a dependência que geram a “dialética”, a “luta de classes”, a promessa de uma “sociedade de igualdade, sem classes e sem Estado”. Denunciar, denunciar qualquer indicio de que o vício pode voltar, que qualquer vacilação em relação a temas aparentemente ingênuos, banais, corriqueiros, como as políticas de cotas nas universidades, uma política habitacional, o apoio a um presidente legalmente eleito de um país, podem esconder o veneno da víbora do “socialismo”, do “totalitarismo”, do “stalinismo”.
Viraram pobres diabos, que vagam pelos espaços que os Marinhos, os Civitas, os Frias, os Mesquitas lhes emprestam, para exibir seu passado de pecado, de devassidão moral, agora superado pela conduta de vigilantes escoteiros da direita. A redação de jornais, revistas, rádios e televisões está cheia de ex-trotskistas, de ex-comunistas, de ex-socialistas, de ex-esquerdistas arrependidos, usufruindo de espaços e salários, mostrando reiteradamente seu arrependimento, em um espetáculo moral deprimente.
Aderem à direita com a fúria dos desesperados, dos que defendem teses mais que nunca superadas, derrotadas, e daí o desespero. Atacam o governo Lula, o PT, como se fossem a reencarnação do bolchevismo, descobrem em cada ação estatal o “totalitarismo”, em cada política social a “mão corruptora do Estado”, do “chavismo”, do “populismo”.
Vagam, de entrevista a artigo, de blog à mesa redonda, expiando seu passado, aderidos com o mesmo ímpeto que um dia tiveram para atacar o capitalismo, agora para defender a “democracia” contra os seus detratores. Escrevem livros de denúncia, com suposto tempero acadêmico, em editoras de direita, gritam aos quatro ventos que o “perigo comunista” – sem o qual não seriam nada – está vivo, escondido detrás do PAC, do Minha casa, minha vida, da Conferência Nacional de Comunicação, da Dilma – “uma vez terrorista, sempre terrorista”.
Merecem nosso desprezo, nem sequer nossa comiseração, porque sabem o que fazem – e os salários no fim do mês não nos deixam mentir, alimentam suas mentiras – e ganham com isso. Saíram das bibliotecas, das salas de aula, das manifestações e panfletagens, para espaços na mídia, para abraços da direita, de empresários, de próceres da ditadura.
Vagam como almas penadas em órgãos de imprensa que se esfarelam, que vivem seus últimos sopros de vida, com os quais serão enterrados, sem pena, nem glória, esquecidos como serviçais do poder, a que foram reduzidos por sua subserviência aos que crêem que ainda mandam e seguirão mandado no mundo contra o qual, um dia, se rebelaram e pelo que agora pagam rastejando junto ao que de pior possui uma elite decadente e em vésperas de ser derrotada por muito tempo. Morrerão com ela, destino que escolheram em troca de pequenas glórias efêmeras e de uns tostões furados pela sua miséria moral. O povo nem sabe que existiram, embora participe ativamente do seu enterro.
Postado por Emir Sader às 02:11
Artigo na integra
quinta-feira, 4 de março de 2010
Cotas raciais: DEM corresponsabiliza negros pela escravidão
Portal Terra
BRASÍLIA - Durante a discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o sistema de cotas raciais nas universidades, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) afirmou que negros também eram responsáveis pelo tráfico de escravos. - Todos nós sabemos que a África subsaariana forneceu escravos para o mundo antigo, para o mundo islâmico, para a Europa e para a América. Lamentavelmente. Não deveriam ter chegado aqui na condição de escravos. Mas chegaram. Até o princípio do século 20, o escravo era o principal item de exportação da pauta econômica africana - disse o senador. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com a reportagem, Demóstenes ainda defendeu que a miscigenação no Brasil se deu de forma consensual, o que também iria contra as cotas: ''nós temos uma história tão bonita de miscigenação. (Fala-se que) as negras foram estupradas (...) Gilberto Freyre, que é hoje renegado, mostra que isso se deu de forma muito mais consensual''. Ainda segundo o jornal, o DEM considera as cotas inconstitucionais, pois iriam contra o princípio da igualdade dos candidatos no vestibular.
.07:56 - 04/03/2010
Video STF Cotas
BRASÍLIA - Durante a discussão no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o sistema de cotas raciais nas universidades, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) afirmou que negros também eram responsáveis pelo tráfico de escravos. - Todos nós sabemos que a África subsaariana forneceu escravos para o mundo antigo, para o mundo islâmico, para a Europa e para a América. Lamentavelmente. Não deveriam ter chegado aqui na condição de escravos. Mas chegaram. Até o princípio do século 20, o escravo era o principal item de exportação da pauta econômica africana - disse o senador. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com a reportagem, Demóstenes ainda defendeu que a miscigenação no Brasil se deu de forma consensual, o que também iria contra as cotas: ''nós temos uma história tão bonita de miscigenação. (Fala-se que) as negras foram estupradas (...) Gilberto Freyre, que é hoje renegado, mostra que isso se deu de forma muito mais consensual''. Ainda segundo o jornal, o DEM considera as cotas inconstitucionais, pois iriam contra o princípio da igualdade dos candidatos no vestibular.
.07:56 - 04/03/2010
Video STF Cotas
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